Adoro fotografar famílias porque é no caos bonito do dia a dia que mora a verdadeira magia.

Gosto dos abraços apertados, das gargalhadas inesperadas, das mãos pequenas que procuram as nossas e daqueles momentos em que ninguém está a pensar na fotografia — estão simplesmente juntos. Não procuro famílias perfeitas, mas histórias reais. Aquelas feitas de colo, brincadeiras, cumplicidade e amor. Porque os filhos crescem, os dias mudam e a vida passa depressa. E, no meio de tudo isso, há uma coisa que gosto de guardar: a forma como vocês se amavam naquele momento.